No Brasil, maior desafio do e-commerce é gerar confiança, diz Alibaba - Canizo & Silva
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No Brasil, maior desafio do e-commerce é gerar confiança, diz Alibaba

A internet brasileira continua crescendo e oferece grandes potenciais de expansão para empresas com operação digital. Mas, enquanto na China os negócios na web (B2B, na sigla em inglês) estão na fase de desenvolvimento de inovações para favorecer os encontros entre companhias, no Brasil os grupos ainda esbarram na dificuldade de gerar confiança nos compradores. A avaliação é de Michael Lee, diretor de marketing e desenvolvimento de negócios internacionais do Alibaba.

“O Brasil é um grande mercado, com muito potencial de crescimento na internet. O maior desafio para crescer aqui é conquistar a confiança para ampliar os negócios na internet”, afirmou Michael Lee. Recentemente, o Alibaba desenvolveu um serviço de compra segura para seu site brasileiro, com o objetivo de atender a essa demanda dos brasileiros. “A falta de confiança está relacionada à qualidade dos produtos entregues, à data de envio e às formas de pagamento”, disse o executivo.

Na China, onde as operações de comércio entre empresas pela internet estão mais desenvolvidas, disse o executivo, as companhias já superaram questões relacionadas à confiança e buscam, agora, ferramentas mais sofisticadas para facilitar o contato entre empresas fornecedoras e compradoras.

O Alibaba é dono do 1688.com, considerado o maior site de comércio eletrônico da China. Lee disse que o negócio é um dos mais importantes para o grupo em geração de receita. A página possui 10 milhões de empresas cadastradas, 12 milhões de visitantes únicos por dia e 120 milhões de usuários registrados. “Esse site hoje é responsável por quase metade do setor de B2B na China, com crescimento superior a 20% ao ano”, disse Lee.

O executivo também observou diferenças no perfil dos negociantes brasileiros do Alibaba. Os usuários adquirem sobretudo eletrônicos, maquinários e peças para automóveis e motos. As compras são feitas principalmente de vendedores da China, dos Estados Unidos e da Índia.

Fonte: Valor Econômico | E-commerce Brasil

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