Canizo e Silva Advogados Associados - Artigo: Mudança ou inovação?
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Mudança ou inovação?

Muito se fala do âmbito jurídico sobre inovar, reinventar, criar, interpretar de formar diversa, etc…No entanto, o que é melhor para a seara legal? Inovar ou criar? Inventar ou aprimorar? O que de fato é importante? Para estas respostas, podemos utilizar exemplos oriundos de nichos totalmente diversos, outros mercados. O smart phone, por exemplo.

Nas histórias contadas dentro dos bancos escolares, tomamos conhecimento que Alexander Graham Bell foi o inventor do telefone, e no decorrer dos séculos muitos profissionais de grandes empresas aprimoraram o invento. Para aqueles que são atentos à tecnologia, poderá confirmar que a situação já estava ficando monótona, quando falávamos de sistemas e funções operacionais, nada mudava, e no fundo, era tudo igual. Pois bem, até que um profissional chamado Steve Jobs entrou para este mercado.

Ele não criou nenhum aparelho de telefone, porém, entendeu o que realmente era interessante para o cliente.  Olhou, analisou e relançou um produto com a sua marca em uma roupagem simples, fácil e atrativa. Só isso!

Por qual motivo isso não pode ser lançado na advocacia? Não falo necessariamente na tecnologia, pois intrinsecamente, ela está presente em qualquer coisa a qual venhamos realizar hoje, mas digo no estancamento de determinados conceitos burocrático inibidor do crescimento e aperfeiçoamento da área. Falo em procedimento e regras que não ajudam em nada a efetividade judicial.

O proposto é incluir na prática do escritório de advocacia experiências comprovadamente satisfatória na prestação de serviços jurídicos. É trazer perante aos departamentos de empresas, algo que faça realmente a diferença no mercado em geral, assim como foi realizado pela Apple.

Copiar o exercício dos concorrentes bem sucedidos não é inovar. Inovação verdadeira é trazer e incluir decisões, experiências e vitórias destacadas de mercados diversos para sua jornada jurídico/empresarial. Aqui está a diferença.

É exatamente com este pensamento que basilamos um dos pilares do Legal Deal interno. É necessariamente importante integramos o que há de melhor nos business dessemelhantes para o dia a dia jurídico.

Fato é que, se paramos para olhar os implementos realizados hoje em nosso mercado, muitas delas – para não dizer todas – passaram por outros nichos, tiveram experiências primárias de mercado. Isso por uma parte é excelente, mas falta quebramos nossa burocracia interna e jogarmos buscando a vitória jurídica.

A hora da mudança já passou, e faz tempo.

Reginaldo Silva

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